As sequelas da infidelidade

dezembro 29, 2010

O distanciamento vai induzir a pessoa a acreditar que as respostas para resolver as insatisfações na vida conjugal estão na tentativa de viver uma nova experiência sentimental

Sabemos que, na vivência da vida conjugal, nenhum dos cônjuges está completamente cego para as imperfeições do outro. Por maior que seja o tempo de vida em comum, os defeitos da pessoa com quem convivemos, assim como os nossos, sempre devem ser minimizados ou erradicados, a fim de favorecer um ambiente harmonioso em família. A graça de um relacionamento está na atitude do cônjuge de oferecer para o outro aquilo que ele tem de melhor. leia mais


Mentira, o germe que corrompe os laços

outubro 4, 2010

A maior dificuldade para aquele que mente é contar sempre a mesma história a fim de não cair em contradição quando questionado.

Embora não devesse ser comum, a atitude de esconder ou distorcer uma verdade acontece nos negócios, na política e, infelizmente, muitas vezes, também, entre pessoas cujo compromisso deveria estar fundamentado na transparência e na verdade. Muitos podem ser os motivos que levam alguém a usar da mentira como justificativa. Por mais inocente que esta possa aparentar, aquele que faz uso dela sabe perfeitamente sobre seus efeitos colaterais quando descobertos. Quase sempre, as consequências poderão ser maiores do que se imagina, gerando desconfiança e má fama.   leia mais


A superação de uma traição

dezembro 20, 2009

Ao contrário do que se possa imaginar, esse tipo de problema atinge não somente os casamentos mais recentes, como também os que já superaram algumas dezenas de anos.

Os casos de traição são sempre tratados pelos filmes e novelas de maneira romântica, na tentativa de se viver um amor verdadeiro. Os protagonistas, nesses episódios, se envolvem quase sempre num jogo de sedução, no qual as justificativas para a infidelidade são muitas, como a agressividade do parceiro, o desgaste da relação, a falta de atenção do cônjuge, entre outros argumentos. Esse tema, quando tratado nas novelas, além de garantir a essas atrações televisivas muitos ponto de audiência,  poluem, com fantasias, a mente dos telespectadores, os quais, muitas vezes, se revestem das razões apresentadas pela ficção. Entretanto, na vida real, os relacionamentos extraconjugais provocam sequelas muito mais profundas do que vemos nas telas, pois sempre são apresentados de modo glamoroso e fantasioso pela cinematografia. leia mais


A verdade não usa máscaras

fevereiro 6, 2009

mascaratxt1Antes que a arte de imitar saia dos palcos e adentre em nossos relacionamentos, melhor será não mascarar os fatos da vida real.

Para um ator é necessário – para o exercício da profissão – interpretar inúmeros personagens. Antigamente, no teatro as máscaras eram utilizadas como peças de caracterização, as quais ajudavam os atores a compor um personagem. Por um período de tempo, o ator, na apresentação do seu trabalho, finge ser outra pessoa. Todo esse esforço visa tornar um personagem fictício em alguém “real”, provocando e arrancando as emoções desejadas dos espectadores. leia mais


A chave do passado

outubro 30, 2008

Aceitamos e justificamos os nossos erros, mas não suportamos os deslizes do outro.

A cada novo dia vivemos novas experiências e sempre temos decisões a tomar. Em razão dessas escolhas podemos acertar ou errar.
Na vida a dois, reconhecemos que algumas atitudes assumidas foram malsucedidas, contudo, não deixam de fazer parte da nossa história. Sem haver a menor possibilidade de apagar os erros do passado, deles só podemos tirar a lição de não reincidir nos mesmos enganos.
Ainda que as pessoas nos alertem sobre alguns cuidados para evitar os sofrimentos, em alguns momentos, estaremos arriscando a nossa liberdade – mesmo não sendo intencional – de também errar. leia mais



A amizade em estado de alerta

janeiro 5, 2008

desconfiar.jpg

Quanto maior for a confiança mútua, tanto maior será o enriquecimento de nossos relacionamentos.

Todos nós temos diferentes graus de amizades e sabemos que a partir desse primeiro nível de relacionamento outros sentimentos poderão aflorar. A palavra “amizade” é definida pelo dicionário como fielafeição, simpatia, estima ou ternura entre as pessoas que geralmente não estão ligadas por laços de família. Ao estabelecermos fortes vínculos com pessoas, que não foram educadas sob os mesmos princípios nossos – identificando-nos com elas e as considerando dignas de confiança – nasce a amizade.


Podcast


Quem conquistou uma verdadeira amizade, deposita e acredita na integridade do amigo a ponto de destacar suas qualidades dentre outras pessoas conhecidas. Tornamo-nos mais próximos à medida que se desenvolvem os laços de amizade.
Sem medo, fazemos dessa pessoa uma fiel depositária dos nossos sonhos, partilhamos nossas necessidades, dores, crises e choramos, juntos, se for preciso. Sentimo-nos amados e correspondemos a esse amor manifestando também o nosso carinho por esta pessoa.

Quanto maior for a confiança mútua, tanto maior será o enriquecimento de nossos relacionamentos. Embora possam surgir algumas desavenças, uma amizade verdadeira resistirá às situações de dificuldade. Entretanto, a credibilidade, que se tem por alguém, desaparece quando aquilo que pensávamos ter sido verdadeiro é descoberto como uma farsa, mentira ou uma maquinação para se tirar, de alguma maneira, proveito do relacionamento estabelecido.
Se a confiança mútua enriquece e fortalece nossos vínculos, a desconfiança nos faz ficar em constante “estado de alerta”, tanto por parte de quem causou a situação como para quem foi vítima dela. Como se costuma dizer: estaremos sempre dormindo com um olho abertoe outro fechado quando estivermos perto dessa pessoa.

Quando alguém sofre algum tipo de decepção, mesmo que seja em ambiente de trabalho, dificilmente as pessoas quererão integrar em uma mesma equipe com quem a causou. Imaginemos a dificuldade do convívio, se a confiança for abalada, dentro de um relacionamento mais estreito em que o casal faz planos para o futuro ou entre sócios de um empreendimento?

Uma vez desconfiados, como poderemos partilhar aquilo que consideramos importante com alguém que rompeu um tratado de “cumplicidade”?
Por mais que este insista em dizer que se corrigiu e que mudou seu comportamento, para a pessoa, que se sentiu enganada, restará a dificuldade em viver a mesma cumplicidade de antes.

Diante da triste experiência, percebemos não ter escolhido a pessoa certa para depositarmos nossa confiança. Reconhecer nosso erro, por alguma coisa que não deu certo com determinada pessoa, é uma virtude. Das amargas experiências vividas nos relacionamentos, aprendemos que há uma grande diferença entre um verdadeiro amigo e um conhecido.

Para se viver a cumplicidade necessária dentro de qualquer relacionamento, seja este comercial ou não, a confiança é fundamental. Se acreditamos no provérbio que diz sobre o tesouro que se tem aquele que encontrou um amigo, vale a pena garimpar atentamente para se alcançar tal riqueza e evitar maiores aborrecimentos.

Leia tambem: A amizade que “sub-trai”

Um abraço,

Dado Moura


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 1.883 other followers