O poder de um super-homem

novembro 7, 2009

superhomem0txtMuitos homens se enveredam pelos caminhos da depressão ao reconhecerem que não eram tão bons quanto pensavam para um determinado empreendimento.

No convívio do nosso dia-a-dia percebemos que, ao contrário das mulheres, são poucos os homens que se dispõem a elogiar o desempenho ou a atitude de um colega de trabalho. Quando estes ousam reconhecer o feito do outro, quase sempre se limitam a fazê-lo por meio de poucas palavras, tais como: “Parabéns!” ou “Foi um bom trabalho!”
Talvez resistam tanto em consequência de uma disputa inconsciente e ainda primitiva – herança de seus ancestrais – disputa esta que os obrigava a garantir a supremacia dentro de seu grupo. Ao depararem com um amigo que se encontra aborrecido com alguma coisa, também reagem de maneira superficial com as palavras. Eles mal se oferecem para escutar o companheiro, mas, tentam ajudá-lo com uma outra atitude na tentativa de desviar a preocupação do colega a respeito do problema. leia mais


Tenho medo do casamento

junho 30, 2008

O peso das responsabilidades somados às estatísticas, que apontam o crescimento de casais divorciados, podem realmente intimidar os nubentes.

Haverá momentos em que precisaremos assumir um compromisso mais sério com alguém, e o nosso dilema será saber se estamos fazendo a melhor escolha. Certamente, essa hesitação seria menor se fosse possível adivinhar as conseqüências de nossas opções; o que é praticamente impossível. Fica a nosso critério apenas tentar descobrir os procedimentos para melhor alcançar nossos propósitos. leia mais


Você tem medo de quê?

maio 28, 2008

A maneira que temos para controlar o sentimento de medo pode estar na maneira como reagimos a ele.

Todos nós sentimos algum tipo de medo; sentimento, o qual, muitas vezes parece ser maior do que aquilo que poderíamos suportar. Temos medo do desconhecido, da ameaça de dor e de outras coisas que as pessoas possam nos induzir a sentir a fim de obter o controle sobre nossas emoções. leia mais


Namorados que nasceram para ser amigos

fevereiro 8, 2008

8381txt.jpgMuitos namoros, por terem assumido propósitos diferentes, não conseguem fluir ou atingir o amadurecimento que deveriam ao longo dos anos, conforme o desejado. Talvez, sem perceber ou por falta de coragem em admitir a insatisfação diante do outro, alguns casais, no tempo em que estão juntos, limitam-se a poucas palavras ou até mesmo mal manifestam interesse pelo outro.

A insatisfação gera descontentamento e este pode ser refletido nas atitudes de grosseria, rispidez nas palavras e até de isolamento por parte dessas pessoas que não conseguem se encontrar no relacionamento. Quando isso acontece, como se costuma dizer, quem “paga o pato” são as pessoas mais próximas, neste caso: familiares e amigos.

Diante de alguma dificuldade ou quando os nossos projetos não estão se desenvolvendo como gostaríamos, pouco a pouco, a falta de estímulo e o ardor para assumir novas atitudes desaparece. Pode-se até admitir que foi diferente a maneira como se iniciou o relacionamento ou que a pessoa não seja tão romântico(a) como se gostaria que ele(a) fosse. Quando os namoros começam a patinar, entrando numa rotina sem progresso, muitos acabam se limitando à superficialidade de uma amizade.

Muitas vezes, seja por comodismo ou por alguma liberdade que se acredita ter adquirido no convívio, os namorados podem correr o risco de preferir continuar arrastando o relacionamento em vez de definir a situação, mesmo que os sinais vitais deste indiquem “falências múltiplas”. Ainda que os casais se esforcem em simular uma alegria com este relacionamento, o olhar contesta com a falta do brilho de vigor. A situação se agrava ainda mais quando ambos caem na tentação de buscar a frieza do isolamento, evitando partilhar com alguém que possa oferecer ajuda sensata sobre aquilo que estão vivendo.

Talvez a falta de coragem para definir o rompimento dessa relação débil é adiada pelo medo de não encontrarem outra pessoa por quem possam novamente se apaixonar. Infelizmente, muitas pessoas tentando remediar a situação – e por julgarem que o sexo poderia mudar alguma coisa na relação –, acabam se complicando ainda mais com uma gravidez.
Se o namoro já manifestava sinais de fraqueza, poderia o casal ser forte o bastante para suportar uma responsabilidade que o acompanhará por toda uma vida? Ou se a pessoa com quem estamos nos relacionando não parece ser o homem ou a mulher ideal, que se esperava encontrar, poderia ser agora uma muleta somente para não se ficar sozinho(a)?

Se entendemos que a nossa vida é composta de etapas, as quais vamos vencendo e aprendendo com cada uma delas, não podemos insistir na direção errada ao percebermos que as placas de nossa “estrada” indicam outra direção. Da mesma forma, se depois de algum tempo, percebemos que o namoro não corresponde com o que desejávamos, por que então insistir em “malhar em ferro frio”?

Deixar de acreditar na sua própria capacidade de decisão e escolha é fechar as portas das oportunidades para a felicidade que se almejava alcançar.

Que o Espírito Santo venha em auxilio de nossas fraquezas, e abrindo nossos olhos não corramos o risco de subestimar os toques d’Aquele que caminha conosco.

Um abraço

Dado Moura

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Quando pensamos ter falhado

novembro 28, 2007

7601txt.jpgNessas situações parece que a casa está à “deriva” e muitas pessoas tentam ajudar com conselhos.

De tempos em tempos, surgem na mídia informações de pais que, desesperados, tomam atitudes nada convencionais para com os filhos. Na tentativa desalvar a vida ou a integridade deles, lançam mão daquilo que pensam ser uma possível solução. Na aflição de vê-los envolvidos em situações que julgam perigosas fazem de tudo desde a solicitação da interdição de seus direitos até mesmo a aplicação da força. leia mais


O respeito sem medo

julho 4, 2007

filhotxt1.jpgPor muito tempo, a educação dos filhos ficava essencialmente a cargo das mães. Além das atividades domésticas, nossa mãe se dividia também em professora e mestra. Muitos de nós somos resultados dessa “maternal” formação. Os tempos mudaram, e notamos que em muitos lares essa situação já ganhou outra tônica.

Como característica das famílias do século XXI, encontramos um maior envolvimento das mães no mercado de trabalho. Com isso, exigiu de nós, pais, uma participação mais direta na educação dos filhos. Nos finais de semana, tornou-se mais comum ver pais empurrando os carrinhos de seus bebês. As reuniões de pais e mestres que, anteriormente, contava com a participação das mães, pouco a pouco, vem ganhando maior número de pais que buscam se inteirar da vida escolar de seus filhos.

Percebo o quanto é importante para a criança notar o interesse do pai por ela, em seus afazeres, suas brincadeiras e, de maneira especial, em sua vida escolar. Nessa convivência não ficará difícil perceber que nossas crianças aprenderam a argumentar com a eloqüência pertinente à idade delas, sabendo apresentar suas razões na tentativa de nos convencer em determinada situação. Hoje, fazendo uma avaliação do comportamento de nossas crianças é possível notar que quanto maior for o nosso envolvimento paternal na vida delas, tanto maiores serão a segurança, a confiança e o equilíbrio de suas emoções. Pois quem de nós não gosta de ser notado pelo outro?

Infelizmente, algumas pessoas ainda insistem em obter o controle da situação impondo-lhes o medo, no sentido de intimidá-las. Acredito que para uma criança, a vantagem da educação equilibrada e em conjunto, – ou seja, entre pais e mães –, coloca sob o mesmo nível a autoridade e respeito de ambos; deixando cair por terra a frase que muitos de nós já ouvimos: “Quando seu pai chegar, ele vai saber disso! Aí você vai ver!”

Que objetivo alguém poderia lucrar com técnicas desse tipo?

Na verdade, se a criança viesse a corrigir seu próprio comportamento com esse tipo de atitude, estaria o fazendo não por respeito, mas por medo daquele que, no seu entendimento infantil, detém maior autoridade.

Talvez o grande desafio para muitos pais – ao perceber que ainda há uma distância no relacionamento entre eles e os filhos – será o de romper a barreira invisível da autoridade: conquistada por meio da “cara carrancuda”. Um bom início seria começar a se interessar pela vida dos filhos, de modo que os laços de amizade cresçam onde brotaram, indevidamente, as “ervas” do autoritarismo ou da intimidação. Pois ninguém jamais vai comentar sobre suas inseguranças ou projetos para alguém de que não se sente amigo.

É claro que com o passar do tempo e com o crescimento de nossas crianças, suas justificativas e argumentos a respeito de seus próprios projetos tenderão a ser cada vez mais fortes. Entretanto, com a conquista do respeito, que cabe aos pais obterem, da segurança e confiança dos filhos, será mais fácil alcançar o entendimento e equilíbrio diante das situações que poderão nos fazer prender a respiração ou que nos pareçam adversas.

Deus abençoe a todos nós, pais, e eternos aprendizes.

Dado Moura


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