A presença de filhos no namoro

outubro 16, 2011

Será interessante cultivar a aproximação do pretendente junto ao filho do (a) namorado (a) e conquistar também sua amizade.

Já diziam as pessoas mais velhas que cautela e caldo de galinha não faz mal a ninguém. No processo de namoro isso também se aplica quando um dos namorados traz consigo, os filhos de um relacionamento anterior. Seja esse, fruto de um casamento frustrado, ou das sequelas de  um relacionamento em que foram atropelados as etapas da convivência.
Todos nós trazemos no íntimo o desejo de nos sentir amados e especial para alguém. Em um relacionamento que se inicia a três pessoas, o compromisso de promover a felicidade do outro, se estende na mesma proporção ao filho do (a) namorado (a).  leia mais



As 1001 habilidades das mulheres

julho 4, 2011

Muitas são as guerreiras que parecem se multiplicar de acordo com a necessidade e a urgência das tarefas do cotidiano, regendo com maestria seus afazeres.

Conforme os dados estatísticos, há mais mulheres no mundo se comparados ao número de homens, e isso posso confirmar no meu dia-a-dia. Particularmente vivo rodeado, em casa, por 4 mulheres e no trabalho o fato se confirma, numa outra grandeza exponencial.
No convívio diário com tantas mulheres concentradas no mesmo espaço físico, não é difícil perceber algumas cenas que, certamente, se repetem também em outros ambientes, seja em casa ou no trabalho onde elas são as protagonistas. leia mais


Mãe, extensão das mãos do Criador

maio 6, 2011

Quem dera se pudéssemos lembrar de tão sublime momento, quando fomos objeto de tamanha atenção.

A maternidade consegue elevar todas as mulheres a uma profunda intimidade de participar com o Criador, da graça única de viver e acompanhar a beleza da criação em si. Podemos dizer que, repetidas vezes, em cada canto desse mundo, a sombra do Altíssimo repousa docilmente sobre cada mulher que através do “SIM” da alma, realizam a vontade de Deus.

Mulheres que vivem o mistério de num mesmo corpo habitar duas ou mais pessoas distintas, vivendo uma comunhão de corpo e alma… Uma relação que extrapola a nossa razão; por um período de tempo se estabelece uma profunda e intrínseca relação de amor a qual ouso comparar tal relação, à mesma existente na Trindade – o diálogo entre almas. leia mais


Homenagem para o dia dos pais

agosto 3, 2010

Não foram poucas as vezes em que ouvimos sua voz mais enérgica, num momento em que a preocupação de nossos dias era a de nos ocuparmos apenas com as brincadeiras de rua.
Naquele tempo, nós não conseguíamos fazer uma leitura do mundo sobre a real necessidade de aprender a obedecer às regras. Noutros tempos, já um pouco mais velhos, mas ainda imaturos, não conseguíamos contornar as dificuldades da vida com a mesma sabedoria que você podia fazê-lo.

Hoje, podemos entender as razões pelas quais, muitas vezes e da sua maneira, estabelecia a ordem.
Sem as suas mãos que nos guiavam não seríamos formados para lutar pelos nossos sonhos ou enfrentar os obstáculos que, em cada etapa, a vida nos desafia.
Levando em consideração que deixamos de ser crianças há muito tempo, você ainda nos olha com o mesmo cuidado que se tem com uma.

Feliz de nós que temos um pai como você!

Dado Moura

Outro artigo relacionado: O legado de um pai


Violência familiar e doméstica

abril 20, 2010

Mais comum do que as estatísticas apresentam, a violência doméstica e familiar é um fato explícito ou, muitas vezes, velado, encoberto, praticado dentro de casa, entre parentes (homem e mulher, entre filhos, dos filhos para com os pais e vice-versa, dentre outros), incluindo a violência e o abuso sexual contra criança, os maus-tratos contra idosos e contra a mulher, e violência contra o parceiro. Este problema se torna cada vez mais evidente, porque as marcas não são apenas sociais, mas geram um problema de saúde pública e cuidados que cada vez mais são percebidos e necessários às vítimas desses tipos de violência.

As pesquisas divulgadas mostram que os meninos são vítimas mais frequentes de violência física, porém, no que se refere à violência sexual, as vítimas mais frequentes são as meninas (3 a 4 meninas para um menino). Em muitos casos, a violência sexual e a violência física costumam aparecer juntas e nos três casos são um risco para o processo de desenvolvimento saudável da pessoa. É importante destacar a violência psicológica que também é sofrida.

A abertura para esse assunto não é muito fácil, pois, muitas vezes, a violência é silenciosa, envolve segredos familiares e aproxima-se dos agressores que, muitas vezes, estão mais próximos do que a família gostaria de encarar.

É interessante entender o que é cada um dos tipos de violência e saber como lidar com ela.

a) Violência física – ação única ou repetida, intencional, cometida por um adulto ou pessoa mais velha que a criança ou adolescente, que provoque dano físico, de grau variado de lesão que leve até à morte;

b) Violência psicológica – envolve um padrão de comportamento destrutivo do adulto, que interfere negativamente na competência social da criança, por meio de práticas de rejeição, isolamento, ameaça, descaso, corrupção, expectativas e exigências irreais, violências que não deixam marcas físicas, mas afetam diretamente o comportamento e o lado emocional dos violentados;

c) Violência sexual – ato ou jogo sexual, com a intenção de estimular sexualmente ou de usar a criança ou adolescente para obter satisfação sexual por parte de adulto ou de pessoa em estágio mais avançado de desenvolvimento. Existe também a chamada negligência que pode ser caracterizada como o abandono parcial ou total dos responsáveis e/ou a omissão quanto a oferecer as necessidades básicas e da supervisão essencial à segurança e ao desenvolvimento da criança, quando não associadas a privações socioeconômicas.

A violência contra a criança mostra-se, na maioria das vezes, como fator de risco para que apresentem problemas de comportamento, ajustamento escolar e de uma percepção social negativa, ou seja, com uma visão distorcida, amedrontada e até mesmo isolada dos relacionamentos sociais. Para enfrentar este problema, são utilizadas as chamadas redes sociais de apoio, ou seja, todos os recursos pessoais da criança e da família que são usados para enfrentar o problema da violência, como a própria família, a escola, os meios sociais frequentados pelas vítimas, além do suporte público e político no combate de tais situações.

Outra forma de agressão cometida por pais e parentes que pode prejudicar o desenvolvimento emocional, muito comum por aparentemente não causar danos às vítimas, são as violências psicológicas. Comparar a criança com o seu irmão, apontar os defeitos físicos e intelectuais ou castigá-la trancando-a no quarto escuro, são exemplos desse tipo de violência, dificilmente detectada, pois o agressor acredita que seu ato é apenas uma brincadeira ou forma de educar, mas pode gerar medos e conflitos na criança ou jovem.

Os principais sinais apresentados pelo jovem ou criança que sofre violência são: ansiedade, choros constantes sem aparente motivo, medo, pesadelos, tentativas de suicídio, marcas de violência no corpo, ataques de pânico, baixo rendimento escolar, sentimento de inferioridade.

Se a sociedade pudesse viver o verdadeiro uso da palavra “amar”, que não aquele afirmado também pela mídia, ligado apenas ao namoro e ao sexo, e sim pensar no amor por sua definição mais simples – relacionar-se com igualdade de consideração, sem superioridade ou inferioridade, sendo tolerantes às falhas e diferenças humanas – muitos casos não seriam mais presenciados. Amar é não fazer ao outro coisas que nós não gostamos que sejam feitas conosco. O que nós não gostamos de receber, certamente o outro também não deve gostar.

A partir desta vivência, nos tornaremos cooperadores um do outro em vez de destruidores. Que possamos ser agentes na extinção desta violência, com o máximo de respeito e ação frente a tais situações.

Elaine Ribeiro
Formada em Psicologia Clínica e Pós-Graduada em Gestão de Pessoas
contato:  elaineribeiro@hotmail.com

(*)artigo publicado com a permissão da autora

 


Navegar sem riscos de naufragar

julho 12, 2009

O contato com a informação favorece, a cada um de nós, a abertura ao aprendizado e como resultado nos traz a transformação da nossa consciência.

Alguns anos atrás, quando era preciso fazer uma pesquisa escolar, o local mais indicado para se obter informação era a biblioteca. Fazer a busca de um tema em várias prateleiras, folhear dezenas de livros, transcrever ou fazer cópias de algum conteúdo para iniciar um trabalho são coisas do passado. Muitas de nossas crianças jamais entraram numa biblioteca com esse objetivo. A internet mudou o ritmo de vida das pessoas mais velhas e incorporou-se de maneira anatômica ao cotidiano da nova geração. leia mais


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