As dores de um segredo

setembro 4, 2012

Dos segredinhos de crianças a outros de adultos, todos têm algo em  comum: O temor de ser descoberto!

No começo de um relacionamento, é bem comum, entre uma conversa e outra, os namorados quererem saber da história daquela pessoa com quem se relaciona. Nessa pesquisa, estarão os interesses sobre os acontecimentos do antigo relacionamento da(o)  namorada(o) entre outras coisas. Mesmo que não seja verbalizado, estabelecemos um pacto de fidelidade com a verdade, a fim de que nada possa ser motivo para a desconfiança. Leia mais


O companheirismo no casamento

maio 16, 2012

casamentoDependendo da maneira como falamos, pode ser o começo de uma discussão e isso, certamente, não será o apoio que se gostaria receber.

É bem comum nas rodas de amigos, as pessoas dizerem que a esposa de fulano é quem manda na casa e quem dá a última palavra. Em outro extremo, ouvimos histórias de maridos que subjugam as esposas, fazendo-as suportar suas manias, pois é ele quem dá as ordens… Por um grande engano, a pessoa pode imaginar que tenha maiores poderes dentro de casa simplesmente pelo fato de manter financeiramente o lar, educar os filhos ou pagar as contas.
Em ambos os casos, temos o exemplo de casais cujos direitos foram usurpados pelo outro. Mas o que poderíamos fazer para tornar mais agradável e equilibrada a nossa convivência como casal? Leia mais


A superação de uma traição

dezembro 20, 2009

superar uma traiçãoAo contrário do que se possa imaginar, esse tipo de problema atinge não somente os casamentos mais recentes, como também os que já superaram algumas dezenas de anos.

Os casos de traição são sempre tratados pelos filmes e novelas de maneira romântica, na tentativa de se viver um amor verdadeiro. Os protagonistas, nesses episódios, se envolvem quase sempre num jogo de sedução, no qual as justificativas para a infidelidade são muitas, como a agressividade do parceiro, o desgaste da relação, a falta de atenção do cônjuge, entre outros argumentos. Esse tema, quando tratado nas novelas, além de garantir a essas atrações televisivas muitos ponto de audiência,  poluem, com fantasias, a mente dos telespectadores, os quais, muitas vezes, se revestem das razões apresentadas pela ficção. Entretanto, na vida real, os relacionamentos extraconjugais provocam sequelas muito mais profundas do que vemos nas telas, pois sempre são apresentados de modo glamoroso e fantasioso pela cinematografia. leia mais


Amar é: voltar a ser especial

janeiro 14, 2009

amarttxt2Ninguém reclama da falta de alguma coisa sem antes ter experimentado suas vantagens.

Dizer que amamos alguém é muito mais que expressar o que sentimos; é deixar claro para a outra pessoa que estamos dispostos a realizar todas as coisas para fazê-la feliz ao nosso lado. Embora o amor seja definido como um sentimento, a manifestação dessa emoção precisa ser traduzida em gestos e atitudes que gerem  comunhão. Isso se aplica nos relacionamentos entre irmãos, pais, filhos, colegas… e em nada esse “bem-querer” se difere – em intensidade – da manifestação vivida entre homens e mulheres decididos a viver o desafio da vida comum compartilhada. leia mais


Fidelidade: coisa fora de moda?

setembro 12, 2007

txt_fidelidade.jpgMuitos equipamentos eletrônicos têm como característica de sua performance a fidelidade na reprodução dos sons e imagens. Esta característica, que é valorizado nesses equipamentos, parece estar correndo risco de vida, quando relacionada a fidelidade exigida nas relações entre as pessoas. Percebemos que políticos não são fieis às suas ideologias nem aos seus eleitores; assim como pessoas que vivem sob o vínculo de um relacionamento também atropelam a fidelidade quando a consideram uma virtude fora de moda ou buscam realizar desejos reprimidos por muito tempo.

Assumir com responsabilidade compromissos com uma pessoa ou instituição exige que manifestemos concordância com seus princípios por meio da sinceridade de nossos atos. Acredito que a fidelidade está aliada à confiança – as quais, juntas – exigem renúncias por parte daqueles que as valorizam. Sabemos que a ausência de uma dessas virtudes traz instabilidade e insegurança para a harmonia dos relacionamentos.

Para justificar os atos de infidelidade, muitas novelas e programas de televisão tratam o assunto como se fosse algo comum, e na maioria das vezes atribuem à ausência de afeto, carinho e atenção como sendo os pivôs deste ato falho.

A reação de certo conformismo para o ato de infidelidade parece ser facilmente tolerado quando se considera a hipótese de se experimentar breves momentos de felicidade que não inspiram vínculos. No entanto, precisamos estar atentos aos efeitos maléficos desse ato. Ao contrário do que possam exigir nossas carências e apelos de nossos mais primitivos instintos, temos de ter consciência dos reflexos negativos que podem ofuscar nossos valores e princípios.

Na vida a dois, facilmente as pequenas discussões ou desatenções ganham proporções exageradas de um dia para o outro. Ao final de uma semana, os casais podem mal se tocar ou conversar, e se tal situação se prolongar, em pouco tempo, poderão até considerar a possibilidade de encontrar alguém que possa suprir suas carências. Diante de momentos de fragilidade, ocasionados pelo sentimento de abandono e desatenção, não será difícil encontrar alguém que se disponha a ser a personificação da “boa intenção”.

Se os indícios de uma traição contaminar a base que a sustenta, certamente a fidelidade e a confiança estabelecidas no compromisso de amor não serão mais as mesmas. Antes mesmo de dar asas à “serpente” vale a pena corrigir os acidentes de percurso dos relacionamentos, como a falta de atenção e de solidariedade, entre outros. Assim não experimentaremos o amargor do arrependimento de ter lançado “pérolas aos porcos”.

Deus ajude a cada um daqueles que se dispõe a acreditar na realização do impossível quando se amam.

Um abraço

Dado Moura


Da paquera à traição

abril 30, 2007

paquera.jpgPensar na possibilidade de que a pessoa com quem nos relacionamos está vivendo um “affair” pode nos causar calafrios na espinha. Ainda que seja apenas uma piscadinha ou uma olhadinha, isso não deve ter espaço dentro da relação compromissada entre os casais; sejam eles casados ou namorados. Facilmente, um ato aparentemente inocente, pode favorecer uma atmosfera para se iniciar a traição, se a outra pessoa corresponder favoravelmente à primeira atitude.

O sentimento de “ainda provocar suspiros” pode estimular tanto homens como mulheres, fazendo com que se sintam atraentes, charmosos, bonitos e até pensar que mantêm ainda latente a arte do encantamento.


Podcast


Ninguém está totalmente imune a essas tentações relacionadas com o sexo oposto. “Quem brinca com fogo pode se queimar” já diz o ditado popular. A imunidade contra este mal não existe, por isso, se um “dragão de sete cabeças” estiver rondando nossos relacionamentos, será necessário não alimentar qualquer tipo de atitude que possa fortalecer suas forças destruidoras. Infelizmente, sabemos de pessoas que estão cultivando esse tipo de “monstro”, ainda que seja um “filhote”, aparentemente inofensivo. Contudo, devemos considerar que este crescerá ao ritmo das paixões desenfreadas.

Quando decidimos viver um relacionamento, assumimos vive-lo sob os mesmos laços de sentimentos. Estamos diretamente ligados e comprometidos por meio da confiança e do respeito mútuo. Qualquer pensamento ou atitude que fira os laços de compromissos, provocará um grande desconforto e abalará nossas estruturas.

Se uma crise pode abalar casais de namorados quando estes vivem tal situação, imaginemos quais seriam seus efeitos na vida conjugal, em que os laços de confiança, respeito e responsabilidade não se limitam apenas entre o casal, mas se estendem até os filhos.

Se houver a confirmação de uma relação extraconjugal, ficamos a imaginar em que poderíamos ter errado, no que estamos falhando, o que fulano (a) tem que atrai nosso (a) cônjuge, etc. Ainda neste “caldeirão” de sentimentos feridos e de ciúme, pensamos na vergonha e como enfrentaremos a situação diante dos filhos, da família, amigos e de todos aqueles que fazem parte do nosso círculo de amizade.

Crises e dificuldades vividas ao longo da vida conjugal não são poucas e tampouco deixarão de existir. Talvez, sejam inúmeras as justificativas que poderíamos discorrer na tentativa de justificar um ato de adultério, mas antes que isso aconteça, melhor seria ressaltar aqueles motivos que nos imbuiu a viver uma vida a dois, os quais, foram ratificados pelo sacramento do matrimônio. Entretanto, sem o desejo de revitalizar os laços conjugais na sua plenitude, a busca por uma realização fora do casamento, puramente por prazer ou fuga, se tornará uma busca interminável.

A superação de cada momento de crise acontecerá quando ambos assumirem que há um Deus apaixonado por cada um deles e que por Sua vontade os uniu em corpo e alma. A beleza dos frutos desse sacramento está na força restauradora que revitaliza os casais de coragem e atualiza suas consciências a respeito dos projetos que têm a realizar na vida conjugal.

Ainda que haja, numa relação extraconjugal, a aparente união física na intimidade entre quatro paredes, não haverá e nem terá como acontecer a celebração da comunhão de corpo e alma, que alegra o espírito.

Deus nos abençoe.

Dado Moura


Um compromisso para toda a vida

abril 9, 2007

eterno.jpgMuitas pessoas se casam na expectativa de nunca viverem crises conjugais ou acreditam que jamais terão problemas com filhos.

A idéia do compromisso eterno pode nos provocar calafrios. Como poderíamos medir o infindável se nossa percepção de tempo está compreendida dentro de um calendário, montado e definido por homens, com 365 dias e formatados em 24 horas? leia mais


Viver num só proposito, num só coração

outubro 30, 2006

bracos.jpgExistem situações que, por vários motivos, gostaríamos que jamais tivessem existido. Seria muito interessante se diante de tais circunstâncias pudéssemos simplesmente voltar os ponteiros do relógio, como num filme de ficção ou se, de repente, como num flash, saíssemos do problema despertando de um grande pesadelo.

Sabemos que não existe uma máquina do tempo ou um mágico que pudessem realizar nossos desejos, transformando as situações diante dos nossos olhos… Se fosse possível, muitos pagariam qualquer soma de dinheiro para possuí-los. Por outro lado, se isso acontecesse, seguramente estaríamos cada vez mais concentrados em nosso egoísmo e privados do aprendizado, pois diante das menores dificuldades não hesitaríamos em lançar mão de tais artifícios.

É desejo de Deus que sejamos um, vivendo num só propósito, um só coração!
Se atentarmos à composição de uma corda, percebemos que a mesma não é feita de um único fio, mas de várias delicadas fibras, as quais se romperiam se tentássemos amarrar alguma coisa com elas.

Encontraremos também em nossas comunidades semelhante unidade presente entre as fibras de uma corda. Somos em geral como estas “fibras” que compõem uma grande “corda”, a qual se dispõe em realizar seu propósito e missão, isto é, sustentar, socorrer ou servir como extensão de nossos braços a quem poderia vir necessitar de socorro ou especial atenção.

Nossa primeira comunidade, na qual todos os ingredientes para se viver o cumprimento da vontade de Deus se realizam, se chama Família. Por menor que seja nossa célula familiar, esta se compõe do número exato de “fibras” necessárias para constituir a “corda” que servirá de sustento a cada um dos seus membros. Sabemos que todos enfrentamos dificuldades e isso não isenta nenhum de nós de ora socorrer, outros momentos,  ser socorrido dentro de nossa comunidade.

Haverá momentos em que um filho necessitará de socorro, por vezes, será o pai que também necessitará do socorro dos filhos, ora o irmão, ora a mãe… Dentro de nossa necessidade particular, precisaremos abrir o coração para o socorro e a docilidade para acolher a ajuda, pois nessa hora, diante da dificuldade de um dos membros, todas as outras pequenas “fibras” vão se unir para servir de resgate a quem corre o risco de ser arrastado pelas impetuosas correntezas do desânimo, medo, fadiga, ilusões… Ou até mesmo da dúvida sobre tudo o que acredita e professa. Do contrário, estaremos fazendo parte da “correnteza”, ao invés da “corda” de resgate.

A grandeza e a valorização de nossa comunidade se consolida quando percebemos a importância da ajuda de pessoas, que sozinhas nada poderiam fazer, entretanto, tal como as fibras de uma corda, essas pessoas se esforçam no mesmo propósito imbuídas no mesmo desejo de viver aquilo a que foram chamadas – viver num só propósito e num só coração.

Dessa maneira, a alegria e a harmonia voltarão a reinar em nossa primeira comunidade e poderemos dizer em alto e bom tom: Como é linda a nossa família!

Deus abençoe sua casa e nos faça sensíveis a esta grande realidade.

Abraços,

Dado Moura


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