Os desafios da vida conjugal

março 10, 2009

11358txtPara viver uma nova vida, há a necessidade de se adaptar também a novas atitudes.

Entende-se por casamento a união legítima entre um homem e uma mulher que se dispõem a viver sob os mesmos princípios regidos pela Igreja. Isso não isenta o casal de viver os impasses e os desafios no exercício da vida comum. Viver um compromisso de profundos vínculos, como é o casamento, sem abdicar dos hábitos vividos enquanto solteiros, certamente, fará com que os casais enfrentem muitos problemas e complicações no convívio. leia mais


O fim do ciúme

janeiro 1, 2009

11281txtO ciúme é, de fato, algo que acontece. Entretanto, se não houver o esforço para a mudança, ele poderá se tornar ameaçador para os casais.

Um relacionamento não se constrói apenas de momentos de carinhos, beijos e abraços, mas também de esforço e ajuda mútua para resolvermos os pequenos impasses pertinentes ao convívio. Quando nos dispomos a viver com outra pessoa uma experiência de vida comum, a dinâmica do convívio nos permite influenciar e ser influenciado em nossos comportamentos. Por não sermos perfeitos, certamente, muitos ajustes precisarão acontecer dentro da vida a dois. Entre algumas dessas necessidades está a ajuda para o controle do ciúme. Leia o resto deste post »


Um amor de viúva

julho 10, 2008

Nós geralmente não pensamos na possibilidade de viver sozinhos, especialmente quando estamos casados. Contudo, sabemos que ninguém nasceu para viver eternamente e, certamente, um dia, um dos cônjuges partirá e o outro passará a viver um estado de vida, que chegará de repente, sem ao menos lhe dar opção de escolha: A viuvez.

Algumas pessoas – após o convívio com o cônjuge partilhando alegrias, dificuldades e desafios, vivendo os mesmos objetivos – nos dão a impressão de que o tempo de vida comum a dois as fez viver quase que como “siamesas”. Essas pessoas não conseguem se imaginar sozinhas. Embora tendo ainda filhos por perto, o viúvo nem sempre conseguirá derrotar a solidão, a qual muitos não desejam ter como parceira de vida. leia mais


A amizade em estado de alerta

janeiro 5, 2008

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Quanto maior for a confiança mútua, tanto maior será o enriquecimento de nossos relacionamentos.

Todos nós temos diferentes graus de amizades e sabemos que a partir desse primeiro nível de relacionamento outros sentimentos poderão aflorar. A palavra “amizade” é definida pelo dicionário como fielafeição, simpatia, estima ou ternura entre as pessoas que geralmente não estão ligadas por laços de família. Ao estabelecermos fortes vínculos com pessoas, que não foram educadas sob os mesmos princípios nossos – identificando-nos com elas e as considerando dignas de confiança – nasce a amizade.


Podcast


Quem conquistou uma verdadeira amizade, deposita e acredita na integridade do amigo a ponto de destacar suas qualidades dentre outras pessoas conhecidas. Tornamo-nos mais próximos à medida que se desenvolvem os laços de amizade.
Sem medo, fazemos dessa pessoa uma fiel depositária dos nossos sonhos, partilhamos nossas necessidades, dores, crises e choramos, juntos, se for preciso. Sentimo-nos amados e correspondemos a esse amor manifestando também o nosso carinho por esta pessoa.

Quanto maior for a confiança mútua, tanto maior será o enriquecimento de nossos relacionamentos. Embora possam surgir algumas desavenças, uma amizade verdadeira resistirá às situações de dificuldade. Entretanto, a credibilidade, que se tem por alguém, desaparece quando aquilo que pensávamos ter sido verdadeiro é descoberto como uma farsa, mentira ou uma maquinação para se tirar, de alguma maneira, proveito do relacionamento estabelecido.
Se a confiança mútua enriquece e fortalece nossos vínculos, a desconfiança nos faz ficar em constante “estado de alerta”, tanto por parte de quem causou a situação como para quem foi vítima dela. Como se costuma dizer: estaremos sempre dormindo com um olho abertoe outro fechado quando estivermos perto dessa pessoa.

Quando alguém sofre algum tipo de decepção, mesmo que seja em ambiente de trabalho, dificilmente as pessoas quererão integrar em uma mesma equipe com quem a causou. Imaginemos a dificuldade do convívio, se a confiança for abalada, dentro de um relacionamento mais estreito em que o casal faz planos para o futuro ou entre sócios de um empreendimento?

Uma vez desconfiados, como poderemos partilhar aquilo que consideramos importante com alguém que rompeu um tratado de “cumplicidade”?
Por mais que este insista em dizer que se corrigiu e que mudou seu comportamento, para a pessoa, que se sentiu enganada, restará a dificuldade em viver a mesma cumplicidade de antes.

Diante da triste experiência, percebemos não ter escolhido a pessoa certa para depositarmos nossa confiança. Reconhecer nosso erro, por alguma coisa que não deu certo com determinada pessoa, é uma virtude. Das amargas experiências vividas nos relacionamentos, aprendemos que há uma grande diferença entre um verdadeiro amigo e um conhecido.

Para se viver a cumplicidade necessária dentro de qualquer relacionamento, seja este comercial ou não, a confiança é fundamental. Se acreditamos no provérbio que diz sobre o tesouro que se tem aquele que encontrou um amigo, vale a pena garimpar atentamente para se alcançar tal riqueza e evitar maiores aborrecimentos.

Leia tambem: A amizade que “sub-trai”

Um abraço,

Dado Moura


Fidelidade: coisa fora de moda?

setembro 12, 2007

txt_fidelidade.jpgMuitos equipamentos eletrônicos têm como característica de sua performance a fidelidade na reprodução dos sons e imagens. Esta característica, que é valorizado nesses equipamentos, parece estar correndo risco de vida, quando relacionada a fidelidade exigida nas relações entre as pessoas. Percebemos que políticos não são fieis às suas ideologias nem aos seus eleitores; assim como pessoas que vivem sob o vínculo de um relacionamento também atropelam a fidelidade quando a consideram uma virtude fora de moda ou buscam realizar desejos reprimidos por muito tempo.

Assumir com responsabilidade compromissos com uma pessoa ou instituição exige que manifestemos concordância com seus princípios por meio da sinceridade de nossos atos. Acredito que a fidelidade está aliada à confiança – as quais, juntas – exigem renúncias por parte daqueles que as valorizam. Sabemos que a ausência de uma dessas virtudes traz instabilidade e insegurança para a harmonia dos relacionamentos.

Para justificar os atos de infidelidade, muitas novelas e programas de televisão tratam o assunto como se fosse algo comum, e na maioria das vezes atribuem à ausência de afeto, carinho e atenção como sendo os pivôs deste ato falho.

A reação de certo conformismo para o ato de infidelidade parece ser facilmente tolerado quando se considera a hipótese de se experimentar breves momentos de felicidade que não inspiram vínculos. No entanto, precisamos estar atentos aos efeitos maléficos desse ato. Ao contrário do que possam exigir nossas carências e apelos de nossos mais primitivos instintos, temos de ter consciência dos reflexos negativos que podem ofuscar nossos valores e princípios.

Na vida a dois, facilmente as pequenas discussões ou desatenções ganham proporções exageradas de um dia para o outro. Ao final de uma semana, os casais podem mal se tocar ou conversar, e se tal situação se prolongar, em pouco tempo, poderão até considerar a possibilidade de encontrar alguém que possa suprir suas carências. Diante de momentos de fragilidade, ocasionados pelo sentimento de abandono e desatenção, não será difícil encontrar alguém que se disponha a ser a personificação da “boa intenção”.

Se os resquícios de uma traição contaminar a base que a sustenta, certamente a fidelidade e a confiança estabelecidas no compromisso de amor não serão mais as mesmas. Antes mesmo de dar asas à “serpente” vale a pena corrigir os acidentes de percurso dos relacionamentos, como a falta de atenção e de solidariedade, entre outros. Assim não experimentaremos o amargor do arrependimento de ter lançado “pérolas aos porcos”.

Deus ajude a cada um daqueles que se dispõe a acreditar na realização do impossível quando se amam.

Um abraço

Dado Moura

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Um sentimento chamado paixão

fevereiro 10, 2007

paixao1.jpgTal qual a chama momentânea de um simples fósforo, a paixão deverá ser capaz de acender o “pavio” do verdadeiro amor

Quando se fala de paixão, freqüentemente fazemos ligação com algo relacionado ao amor ou ao sexo. De alguma maneira, esta se caracteriza por nos impulsionar a realizar nossos mais profundos desejos.

De outra maneira muito particular, sabemos que a paixão também está relacionada à dor e ao sofrimento. leia mais


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