O fim do ciúme

janeiro 1, 2009

11281txtO ciúme é, de fato, algo que acontece. Entretanto, se não houver o esforço para a mudança, ele poderá se tornar ameaçador para os casais.

Um relacionamento não se constrói apenas de momentos de carinhos, beijos e abraços, mas também de esforço e ajuda mútua para resolvermos os pequenos impasses pertinentes ao convívio. Quando nos dispomos a viver com outra pessoa uma experiência de vida comum, a dinâmica do convívio nos permite influenciar e ser influenciado em nossos comportamentos. Por não sermos perfeitos, certamente, muitos ajustes precisarão acontecer dentro da vida a dois. Entre algumas dessas necessidades está a ajuda para o controle do ciúme. Leia o resto deste post »


Submissão: um significado diferente

novembro 17, 2008

submissaotxtUma palavra que nos traz à mente o símbolo de poder e opressão.

Todos trazemos no íntimo o desejo de ser bons, no entanto, o nosso empenho em nos aplicarmos a isso e às mudanças necessárias para o bom convívio perdem o interesse quando precisamos nos fazer submissos à vontade ou às justificativas do outro.

Ser bons com as pessoas somente nos momentos em que estamos nos relacionando a distância ou nos breves momentos de encontros pode até parecer fácil. Entretanto, ainda que o mundo moderno esteja diminuindo as distâncias por intermédio da tecnologia, um relacionamento, para se tornar fecundo, não se faz somente por meio de breves cumprimentos ou de momentos mantidos por contatos telefônicos. leia mais


Solidão, opção que não resolve problemas

setembro 25, 2008

Muitas vezes, achamos que somos vítimas injustiçadas, mas, raramente, paramos para analisar a nossa própria atitude.

Sentir-se sozinhos não significa, necessariamente, estar isolado de companhias. Muitas pessoas, vivendo em prédios com dezenas de apartamentos e cercadas de vizinhos pelos quatro lados, ainda se sentem solitárias.

Às vezes, diante de algumas crises em nossos convívios, podemos achar que o isolamento é uma solução para os nossos problemas. Contudo, o reflexo dessa tentativa interfere, também, na vida de outras pessoas que nos cercam, mas que nada têm a ver com as nossas dores. Assim, não podemos fazer da solidão uma opção de vida ou um recurso para contornar as dificuldades. leia mais


Diferenças pessoais: uma prova de revezamento

março 25, 2008

9111txt.jpgA partir do momento em que desejamos partilhar nossa vida com alguém, experimentamos a necessidade de abrir mão de algumas coisas.

Numa competição de revezamento, em que um grupo de atletas se alterna para cumprir um propósito, a confiança no esforço de cada membro da equipe será inevitável.
Em tudo, precisamos empreender esforço, dedicação e perseverança para se alcançar a vitória. Não obstante, em nossos convívios, sobretudo entre os casais, a situação não será diferente. Em qualquer relacionamento a credibilidade no esforço do outro no sentido de melhorar a qualidade de vida almejada é imprescindível. leia mais



O namoro acabou e agora?

outubro 15, 2007

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A pessoa inconformada com a situação, pode até fazer promessas de ser diferente, numa tentativa de recuperar ou remendar o compromisso por mais um período.

No namoro, depois de algum tempo, é possível avaliar melhor o que realmente se espera do relacionamento. Algumas vezes, depois dessa avaliação, em razão dos motivos, os quais somente o casal tem suas justificativas, o namoro termina. Mesmo que não tenha dado certo, muitas outras coisas terão valido como experiência de vida.
Com o rompimento do relacionamento o que se pode fazer? leia mais


Quem vê cara não vê coração

maio 27, 2007

5721txt.jpgQueremos viver a sinceridade em todas as esferas de nossos relacionamentos, mas, algumas vezes, vivemos alguns dissabores. A decepção amargará nossa vida, especialmente, quando deparamos com a realidade de alguém não corresponder com aquilo que realmente esperávamos, seja em nossas amizades seja em nossos relacionamentos amorosos.


Podcast


Sabemos que nenhum ser humano é perfeito, assim, não estamos isentos de experimentar e viver os resultados de suas imperfeições dentro de nossos convívios. Não deveríamos nos surpreender quando defrontamos com algumas delas [imperfeições], pois da mesma maneira, reconhecemos outras em nós mesmos.

Quando começam a aparecer as diferenças de comportamento num relacionamento, surgem também os conflitos. E, muitas vezes, nós caímos na tentação de dizer que “fulano” está colocando as “garras para fora”; isto é, está manifestando aquilo que realmente o é.

Nossos convívios poderão se tornar difíceis ou insuportáveis quando a mentira e as dissimulações começarem a fazer parte do cotidiano; especialmente se essas situações acontecerem num namoro. Por isso, a importância de uma observância maior será sempre útil, antes de qualquer atitude mais profunda para um relacionamento.

A sensação de ter sido enganado ou de alguém estar brincado com os nossos sentimentos pode, muitas vezes, nos causar repulsa quando percebemos que aquela pessoa, que antes parecia tão atenciosa, se mostra oportunista ou quando aquele que nos parecia meigo, em outro momento, revela-se ardiloso. Por essa razão, seria mais prudente se antes de nos envolvermos com determinada pessoa, tivéssemos acesso às suas características, tal como encontramos nos aparelhos eletrônicos; mas ninguém traz marcado na fronte um manual de instrução. Se, por um lado, não podemos ter acesso a esse “manual”, por outro, temos a oportunidade de conhecer, antecipadamente, um pouco mais sobre a pessoa com quem estamos nos relacionando, procurando saber de sua história e observando seu comportamento.

Ao contrário do que possa parecer, não se trata de fazer um pré-julgamento de alguém – simplesmente a partir dos comentários ouvidos, mas de se considerar, com cautela, o que pode ser verdade ou não a respeito deste. Sabemos que é durante o convívio na amizade que começamos a conhecer  a índole de alguém. Entendo que muitas pessoas se empenham no desejo de romper as barreiras de suas imperfeições; entretanto, outras parecem estar acomodadas em seus defeitos – não optando pela própria mudança de vida. Somente poderemos alcançar os benefícios em nossos relacionamentos quando estes estiverem fundamentados nos desejos mútuos e na verdade.

Para não sermos confundidos em nossos sentimentos, precisaremos equilibrar nossas emoções com “pitadas” de racionalidade para que não corramos o risco de viver maiores decepções. Como dizem os mais velhos: “Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém!”

Abraços.

Dado Moura

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