O que aprendemos com a morte

outubro 29, 2010

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A sensação de perda atinge tanto aqueles que viveram apaixonados como a outros, por muitos motivos, deixaram o orgulho ou a insensatez levantar “paredes” entre os seus relacionamentos.

Sabemos que ninguém viverá eternamente senão aqueles imortalizados em nossas lembranças por causa da sua história de vida. Celebramos a vida, mas a morte vem sempre a nos questionar. De maneira especial, no dia 2 de novembro lembramos daqueles que passaram por nossa vida, mas que já não estão entre nós. Muitas pessoas aproveitarão esta data para elevar suas preces ao céu em homenagem às almas que morreram na esperança da vida eterna. Outros se emocionarão ao visitar o túmulo de seus parentes e amigos. De um modo ou de outro, será a maneira de recordar a importância de alguém em nossa vida. leia mais


Vencendo as barreiras nos relacionamentos

agosto 1, 2010

Quem se abre aos relacionamentos deverá estar sempre disposto a resgatar a saúde do convívio, mesmo quando inúmeras situações indicarem a facilidade da fuga como válvula de escape.

Se não tivéssemos aprendido um pouco sobre a metamorfose das borboletas, sequer poderíamos imaginar que o mesmo inseto que esvoaça entre flores tenha sido uma asquerosa lagarta, a qual semanas antes estava rastejando pelo mesmo jardim. Foram necessários interesse e maturidade para estudar o delicado comportamento dessas lagartas, do contrário, teríamos nos empenhado no extermínio daquelas devoradoras de plantas e erradicaríamos da natureza a beleza colorida que vivifica os bosques. Uma dedicação semelhante se faz necessária para cada um de nós quando a questão envolve vidas e diferenças de comportamentos. leia mais


Aprendendo a não parar nos erros

maio 25, 2010

A comunicação é a chave de todo relacionamento, mas dialogar com quem nos agrediu com  palavras ou atos, muitas vezes, vai exigir de nós mais que um esforço. Podemos prevenir muitas situações desagradáveis quando nos abrimos às vias para a troca de ideias a fim de saber o que provocou feridas no outro.
Vários motivos podem levar alguém a entrar numa discussão, e recorrer a atitudes como evitar o contato ignorando a presença da pessoa com quem convivemos – como se diz popularmente: “dar o gelo” – não será a maneira mais adequada de se resolver um impasse.  Atitudes como essas em nada contribuem para solucionar um problema, ao contrário, elas abrem precedentes para que as sementes de uma separação silenciosa germinem entre as pessoas. E sabemos que desse afastamento, muitas outras coisas poderão minar o bom convívio.


Podcast


Aceitamos viver um relacionamento, porque acreditamos no comprometimento mútuo de fazer o sentimento que nos une perseverar ao longo de nossos dias. Ainda assim, seria um erro pensarmos que a pessoa com quem nos relacionamos seja perfeita. Ninguém traz em si uma bula descrevendo suas qualidades, tampouco as suas “contraindicações”. Dentro do nosso convívio, invariavelmente, muitos de nós vamos nos confrontar com os efeitos “colaterais” da personalidade e do temperamento da outra pessoa.

Podemos lembrar em situações anteriores que, após uma briga, depois que a “poeira se assentou”, muitas vezes, reconhecemos que as causas da discórdia poderiam ter sido resolvidas de outra maneira. Entretanto, muitas pessoas, em razão do orgulho, desistem da reflexão, a qual pode ser o início de uma mudança para controlar sua impetuosidade, por exemplo; e optam por abandonar seus relacionamentos. Sem admitir suas próprias atitudes, as quais podem  não condizer com a realidade a que se propunham viver – seja nas palavras, seja nos gestos ou no comportamento –, culpam o outro.

Desistir de manter o vínculo de amizade ou do compromisso com alguém em nada contribuirá para diminuir as dores daquele que se sentiu ofendido, tampouco poderá resolver a questão causadora do cisma do relacionamento.
Não há uma fórmula perfeita para se evitar crises, mas adotar algumas atitudes como o autocontrole, a paciência e a prudência, especialmente, no trato com as palavras, nos ajudarão a desenvolver a vivência da reconciliação necessária.

Reconhecemos que as turbulências dentro das nossas convivências não acontecem de uma hora para outra e, antes de julgar e condenar uma situação ou uma pessoa pelos desentendimentos, melhor seria estudar sobre aquilo que possa ter sido a origem do problema. Uma vez detectado, por que não assumir as possíveis adaptações para continuar a viver em harmonia quando nos sentirmos advertidos ou contestados em nossos conceitos?
A resistência em dobrar-se às exigências daquilo que é novo somente nos fará cada vez mais vulneráveis a reincidir no mesmo erro num futuro próximo.

É sempre bom considerar que um relacionamento não se faz somente em função de uma pessoa, mas entre você e o outro ou entre você e um grupo de pessoas que juntos se propõem a lutar pela eliminação das possíveis diferenças. E a maturidade em viver este compromisso está na capacidade de cada um de acreditar na mudança que o outro pode alcançar, mesmo  diante das divergências de opiniões ou atitudes.
Para cada um de nós caberá se abrir às descobertas que os nossos convívios podem oferecer e acreditar na nossa capacidade de mudança e na dos outros também!

Um abraço

Dado Moura


Transformando os problemas em desafios

novembro 24, 2009

Da mesma maneira que os exercícios robustecem nossos músculos, as adversidades nos impulsionam a amadurecer no modo como devemos ver as situações que nos cercam.

Quando falamos dos desafios e dos problemas do dia a dia, logo imaginamos uma grande pedra em nosso caminho. Nessas circunstâncias é difícil vê-los como uma oportunidade de aprendizado. É fato que, num primeiro instante, podemos ter a impressão de que tais fatos foram a pior coisa que poderia ter nos acontecido… Sabemos que nenhuma dificuldade é eterna. De alguma forma, sempre haverá alguém que já tenha enfrentado situações semelhantes e que, após as terem assumido e se preparado para as soluções alternativas, lhe foi possível fazer dessa experiência uma lição de vida.
Muitos momentos, quando olhamos para tras, pareciam não ter solução. Mas, hoje, essas histórias fazem parte de nosso currículo de “causas superadas”.
Uma vez entendido como equacionar esses problemas, eles vão passar e, como muitos outros, vão nos tornar mais fortes e maduros. leia mais


O poder de um super-homem

novembro 7, 2009

superhomem0txtMuitos homens se enveredam pelos caminhos da depressão, quando experimentam o fracasso exatamente naquilo que pensava ter o controle.

No convívio do nosso dia-a-dia percebemos que, ao contrário das mulheres, são poucos os homens que se dispõem a elogiar o desempenho ou a atitude de um colega de trabalho. Quando estes ousam reconhecer o feito do outro, quase sempre se limitam a fazê-lo por meio de poucas palavras, tais como: “Parabéns!” ou “Foi um bom trabalho!”
Talvez resistam tanto em consequência de uma disputa inconsciente e ainda primitiva – herança de seus ancestrais – disputa esta que os obrigava a garantir a supremacia dentro de seu grupo. Ao depararem com um amigo que se encontra aborrecido com alguma coisa, também reagem de maneira superficial com as palavras. Eles mal se oferecem para escutar o companheiro, mas, tentam ajudá-lo com uma outra atitude na tentativa de desviar a preocupação do colega a respeito do problema. leia mais


Idoso, quando tudo parece conspirar

setembro 4, 2009

idosotxtPor mais importante que seja o que eles têm a falar, poucos se detêm para ouvi-los.

Todos têm algo para oferecer, independentemente da idade. As crianças, ainda que não cooperem com sua força física, contribuem com a alegria em uma casa. E com o passar dos dias, os nossos pequenos irão fazer novas descobertas, adquirindo uma nova percepção a respeito do mundo. Após alguns anos, eles passarão pela puberdade, entrarão na vida adulta e, pouco a pouco, a presença deles se tornará mais participativa na sociedade.
No ciclo da vida, como todas as coisas, aquelas crianças, que um dia encantaram a família com sua destreza, também vão adentrar na terceira fase da vida e já não chamarão mais a atenção como antes. Por terem se tornado pessoas “velhas”, nem o conhecimento absorvido ao longo dos anos as tirará do “exílio” social. leia mais


Namorar não é facil

julho 31, 2009

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Namorar alguém muito diferente de nós, não significa que o relacionamento esteja fadado ao fracasso.

Pessoas com desejo de se casar e constituir família sentem-se frustradas por não conseguirem levar adiante um relacionamento.
O problema parece ainda maior quando se lembram dos namoros anteriores malsucedidos, nos quais foram criados vários sonhos em castelos de areia por acreditarem ter encontrado o (a) príncipe (princesa) encantado (a). Esses traumas seguramente seriam minimizados se, durante o envolvimento, esses casais levassem mais em conta a falta de disposição do outro para acolher as exigências e as responsabilidades da vida a dois, além de outros sinais que poderiam ser um forte indício de incompatibilidade. leia mais


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