Insegurança, o desafio nosso de cada dia

abril 8, 2012

a insatisfação O inseguro se torna facilmente influenciado por outras pessoas, pois dessas, ele espera, na verdade, a validação de seus atos.

Quando éramos apenas crianças, nossos pais assumiam a frente daquilo que precisávamos fazer. Eles eram nossos tutores e em todas as nossas necessidades ou dúvidas nós recorríamos a eles.
Hoje, muitas vezes, hesitamos diante de uma situação quando queremos nos arriscar em algo novo. Leia mais


Quando é hora de recomeçar depois do fim namoro

janeiro 26, 2012

voltar a namorarTentar ser amigo do(a) ex-namorado (a) como costumamos ser, de outras pessoas, apenas tornará mais difícil a nossa recuperação

O rompimento de um namoro pode ser, muitas vezes, bastante doloroso, pois, sempre a iniciativa do término partirá de um dos dois. Para quem decidiu romper com o relacionamento praticamente não será tão complicado. Certamente tomou essa atitude embasado em situações que lhe pareciam justificáveis. Seja por não perceber grandes afinidades com o (a) antigo (a) namorado (a) ou por não encontrar na pessoa com quem estava se relacionando qualidades que julgava necessárias para continuar mantendo o projeto de vida a dois. Aliás, o namoro nos garante essa liberdade. leia mais


A maturidade exigida no noivado

maio 30, 2011

a hora de noivar e o tempo de noivadoMuitos casais aceleram os acontecimentos, forçando o noivado como forma de garantir o compromisso para o casamento desejado.

Noivar é muito mais que apenas colocar um anel no dedo da pessoa amada. O noivado é um período em que os noivos, estando comprometidos com a promessa de casamento, passam a se preparar para viver maritalmente. Embora conhecendo as preocupações costumeiras, tanto para o homem como para a mulher, tais como moradia, subsistência, enxovais e todas as demais responsabilidades e obrigações contidas nesse compromisso, talvez a pergunta que sempre ronde os pensamentos dos namorados seja esta: “Quando é a melhor hora para assumir um compromisso maior com o (a) namorado (a)?”  Leia o resto deste post »


Os encontros de uma noite

abril 18, 2011

a moda do ficar e os interesses dos ficantesA cada final de semana, quase sempre, a proposta para a diversão não está somente em conviver mas sim, de não passar a noite sozinhos.

A partir da revolução sexual dos anos 60 muitas coisas interferiram no comportamento dos jovens. Para quem já tem mais de 40, certamente se lembra das muitas etapas vividas nos anos que viriam a seguir… Apesar de todo o liberalismo alcançado, o desejo das pessoas em encontrar alguém para se viver um sadio relacionamento ainda continua vivo. De maneira especial para as mulheres que se preocupam com o avanço do tempo e ainda não conseguiram encontrar seu par. Outras, por terem vivido um relacionamento frustrado, procuram estabelecer um romance duradouro com uma pessoa que realmente as façam felizes. Algumas dessas já namoraram, já viveram vários relacionamentos de curtíssima duração, outras até tinham um “ficante fixo”, mas entre tantas experiências, ninguém parecia ser adequado para o projeto de um relacionamento sólido. leia mais


O fim do ciúme

janeiro 1, 2009

11281txtO ciúme é, de fato, algo que acontece. Entretanto, se não houver o esforço para a mudança, ele poderá se tornar ameaçador para os casais.

Um relacionamento não se constrói apenas de momentos de carinhos, beijos e abraços, mas também de esforço e ajuda mútua para resolvermos os pequenos impasses pertinentes ao convívio. Quando nos dispomos a viver com outra pessoa uma experiência de vida comum, a dinâmica do convívio nos permite influenciar e ser influenciado em nossos comportamentos. Por não sermos perfeitos, certamente, muitos ajustes precisarão acontecer dentro da vida a dois. Entre algumas dessas necessidades está a ajuda para o controle do ciúme. Leia o resto deste post »


Solidão, opção que não resolve problemas

setembro 25, 2008

Muitas vezes, achamos que somos vítimas injustiçadas, mas, raramente, paramos para analisar a nossa própria atitude.

Sentir-se sozinhos não significa, necessariamente, estar isolado de companhias. Muitas pessoas, vivendo em prédios com dezenas de apartamentos e cercadas de vizinhos pelos quatro lados, ainda se sentem solitárias.

Às vezes, diante de algumas crises em nossos convívios, podemos achar que o isolamento é uma solução para os nossos problemas. Contudo, o reflexo dessa tentativa interfere, também, na vida de outras pessoas que nos cercam, mas que nada têm a ver com as nossas dores. Assim, não podemos fazer da solidão uma opção de vida ou um recurso para contornar as dificuldades. leia mais


A carência de um amor

março 4, 2008

8772txt.jpgEm alguns relacionamentos, o carente vive como se quisesse comprar a companhia do outro

A vida parece ficar mais leve e colorida quando temos o apoio de alguém do nosso lado. Amar e se sentir amado ajuda em nossos trabalhos, melhora nossa qualidade de vida e nossos relacionamentos. Sentir-se amado parece ser a fórmula para resolver nossos problemas; contudo, na contramão da nossa vida poderá surgir a falta desse amor: a carência! leia mais


Sou dependente do namorado

junho 6, 2007

margarida.jpgA fase mais interessante na vida do ser humano é quando este percebe sua capacidade de viver a troca da experiência promovida pelo amor. A água, o ar e o alimento são tão vitais para nosso organismo como são para o nosso espírito o carinho e a atenção.

Alegra-nos saber que temos a capacidade de nutrir o viver do outro com aquilo que emana do nosso coração. Com isso, os nossos relacionamentos ganham uma característica mais abrangente. Se, anteriormente, sabíamos conviver bem como amigos; identificamos, agora, o “denominador comum” dos mais nobres sentimentos que vão além da simples amizade.

Para algumas pessoas, o início de um namoro pode significar a liberdade esperada. Para outras, o namoro que deveria ser um complemento na vida da pessoa,  se transforma em um “divisor de águas”, separando a pessoa do proprio meio social em que se vive, dos amigos e às vezes até do convívio com os familiares. Dentro de um relacionamento em que as pessoas se dizem amar mutuamente, não será saudável permitir a ruptura com outros tipos de relações que anteriormente eram mantidas. Para algumas pessoas, o início do namoro parece significar a privação das amizades ou o abandono de outras atividades de lazer.

Entendo que o relacionamento entre namorados deverá estar fundamentado nos alicerces da confiança e da sinceridade. Nutrir os sentimentos de alguém e mantê-los vivos é uma tarefa que exigirá dedicação, comprometimento e equilíbrio. Para isso, não se faz necessário alguém se anular ou viver aquilo que o outro deseja que seja vivido. As demonstrações de carinho no tratamento, no diálogo e na vivência do romantismo são também atributos de um apaixonado. O namoro não pode aprisionar ou controlar a liberdade de quem amamos. Aquele que ama não aprisiona a pessoa amada em suas “celas” de ciúme, inseguranças, egoísmos ou caprichos!

Em alguns casos, um dos enamorados vive como um satélite, “orbitando” ao redor do outro. A falta de equilíbrio a respeito dos fatos que emergem dessa relação, pode ofuscar a visão do mais apaixonado ou desvirtuar os objetivos dos mais carentes, levando-os a viver a dependência, – pouco saudável –, do ser amado. Isto é, a namorada somente faz determinada atividade após a aprovação do namorado ou vice-versa. Às vezes, a dependência chega a ponto de consultar a opinião do outro para se fazer as coisas mais simples, que antes eram feitas por conta própria.

Acredito que, ao contrário do que se possa pensar, tais casais que estão vivendo essa situação,  se encontram fechados à experiência da reciprocidade em amar e ser amados. Algumas vezes, percebemos que a reciprocidade nos relacionamentos não parece ser tão proporcional quanto se deveria. Podemos estar vivendo um relacionamento mantido apenas pela “força gravitacional” da nossa carência, ou talvez, outros fatores ganharam maior relevância dentro do relacionamento que não o conhecer e o se fazer conhecido. Antes que se torne uma dependência doentia, é interessante avaliar em nossos relacionamentos os verdadeiros motivos que nos prendem a outra pessoa.

Um abraço

Dado Moura


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