Numa competição de revezamento, em que um grupo de atletas se alterna para cumprir um propósito, a confiança no esforço de cada membro da equipe será inevitável.
Em tudo, precisamos empreender esforço, dedicação e perseverança para se alcançar a vitória. Não obstante, em nossos convívios, sobretudo entre os casais, a situação não será diferente. Em qualquer relacionamento a credibilidade no esforço do outro no sentido de melhorar a qualidade de vida almejada é imprescindível.
Se, muitas vezes, para nossas amizades serem duradouras há necessidade de se contornar os impasses e as diferenças casuais com inteligência e afeto, imaginemos o convívio em que duas pessoas dividem o mesmo teto e a mesma cama? Muitos casais, que convivem há algumas dezenas de anos, reconhecem as inúmeras vezes em que foram necessários os “revezamentos” com o parceiro na paciência, na perseverança e no amor – de forma a se acolherem, conhecerem e aprenderem mutuamente por meio das diferenças. Diferenças essas que vão desde as reações emocionais até os hábitos comuns do dia-a-dia: Seja no modo de pensar, agir ou até mesmo na manifestação de carinhos por parte do parceiro. Tudo será uma “aquarela” de sentimentos, por meio da qual aprenderemos juntos a compor novas cores e nuances.
Falar dessas diferenças – como riquezas – pode parecer uma utopia, afinal, o convívio com alguém que se parece ou que pensa como a gente é aparentemente o mais lógico. Por outro lado, pessoas que convivem por muito tempo com sua “cara-metade”, ainda que tenham comportamentos completamente distintos, percebem ter avançado no crescimento de suas similaridades como casal, sem perder sua própria identidade, a partir da prática do exercício do convívio. Tal como num enxerto feito nas plantas, percebemos que as nossas particularidades são riquezas que se somam com as de nosso (a) companheiro (a), plasmando assim um “novo” com características comuns.
Enquanto não dividíamos nosso dia com alguém, o tempo estava inteiramente à nossa disposição. Podíamos fazer de tudo, éramos os “senhores” de nossos atos. Mas a partir do momento em que desejamos partilhar nossa vida com alguém, experimentamos a necessidade de abrir mão de algumas coisas; afinal, inicia-se o exercício de uma vida em comum. No entanto, deixar de lado aquilo que nos parece ser de direito nem sempre é fácil e o que gostaríamos de fazer. Muitas vezes, essa renúncia não parece tão necessária para um dos cônjuges, aquele que precisará dar o passo inicial em direção à nova adequação de vida.
Da mesma forma, equacionar harmoniosamente as diferenças não será um trabalho fácil, mas esse exercício é fundamental e exigido por parte daqueles que estão dispostos a amar. A evolução de nosso relacionamento é o resultado desse exercício; só assim conseguiremos ultrapassar os aparentes obstáculos da vida a dois nessa “competição”, em que seus participantes se revezam na disputa de quem tem maior capacidade para amar. Se ambos se negarem a dar o primeiro passo para viver esse “revezamento” nas atitudes, a vida poderá se transformar numa competição de “vale-tudo”.
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Abraços









Maio 20, 2008 às 17:15
não entendi nada e nãotem nada a v o q tu disse la em cima !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!HAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHHAHAHHAHAHAHHAHHAHAHAHHHAHAHHAHHAHHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHJHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHHA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Abril 2, 2008 às 14:08
Poxa…é lindo ver seus escritos.
Sabe eu demorei pra aprender a me relacionar. Na verdade eu tinha era muito medo de amar de verdade…sempre fui muito independente e até hoje receber críticas dói a minha alma. Mas o ruim num é ficar sozinha… e sim sentir-se sozinha, dae você se torna presa fácil pra depressão. Por isso que sempre que eu posso eu falo sobre meus sentimentos pra pessoas que ainda não aprenderam o quanto é gostoso partilhar com seu parceiro suas alegrias e suas tristezas. Meu namorado mudou minha vida e a minha forma de pensar e agir, somos tão parecidos e ao mesmo tempo bem distintos… mas encontro nele o que não consigo encontrar em mim e vice e versa. E ter o “jogo de cintura” é realmente a melhor técnica para se pintar uma linda aquarela! estamos pintando a nossa …e quando acabarmos vamos colorir o céu…
Um beijo!
NanaClemente
Março 29, 2008 às 10:47
Simplesmente espetacular.
Como sempre, você falou de coisas pelas quais todos nós passamos, e não raras vezes, temos dúvidas em como lidar com elas.
Parabéns!
Abraços!
Regina.
Março 28, 2008 às 18:59
PARABENS PELA MATERIA !! PRA QUE TUDO ISSO POSSA SER REALIZADO NAO DEPENDE SO DE UM, MAS SIM DOS DOIS E MUITO DIFICIL AMAR E SE DOAR SOZINHO ………. QUANDO UM SE ANULA E NAO RECEBE NADA EM TROCA O AMOR MORRE E O DESPREZO ACONTECE…. DESPREZO QUE PRA MIM E PIOR SENTIMENTO QUE UM SER HUMANO PODERA TER PELO OUTRO .
UM ABRAÇO