Todos nós temos a liberdade de falar o que pensamos e sentimos. No entanto, falar abertamente, na franqueza dos nossos sentimentos a respeito de alguma coisa, muitas vezes, pode causar um efeito contrário ao pretendido. A “verdade” que procuramos cultivar como virtude poderá ser classificada como uma atitude de grosseria ou parecer como um terrível ato de má educação no conceito da outra pessoa.
Todos nós temos o direito de expressar nossos sentimentos sobre um fato, porém, isso poderá resultar em situações pouco salutares aos nossos relacionamentos, principalmente quando faltarem a sabedoria e o discernimento para identificarmos “como” e o “melhor momento” de fazê-lo.
Quantas amizades, casamentos e outros tipos de relacionamentos esfriaram em função da franqueza aplicada ao modo de falar. Não é de interesse de ninguém viver mascarando seus verdadeiros pensamentos e opiniões sobre o que tem experimentado dentro do seu convívio. Entretanto, não nos estão reservados, com exclusividade, a situação e o momento que achamos ser os mais apropriados para se falar.
Muitas pessoas – ao viverem um acesso de descontentamento, e lançando mão do “direito” da franqueza – se permitem traduzir em palavras, com pitadas de raiva e frustração, suas impressões. Em outras ocasiões, enumeram uma lista de faltas sobre aquele que julgam não proceder a seu contento. Nesse momento, quase que em uma posição de desafio, firmam opiniões, – não querendo saber se o que têm a dizer é de interesse de uma platéia –, e acabam expondo e diminuindo aquele a quem consideram amigo.
Quais seriam os procedimentos elementares que deveríamos adotar quando estamos exercitando a liberdade de expressão?
Falar a verdade, muitas vezes, pode estar fundamentado na própria necessidade de desabafar, de jogar para fora o que está nos incomodando, ao invés de favorecer o crescimento da outra pessoa.
A verdade, que achamos necessário ser expressa, precisa – de antemão– , convencer e não ofender o nosso próximo, pois, por si só ela já desconcerta aquele que acreditava estar vivendo retamente. Se quisermos apresentar de forma franca nossa opinião, com o objetivo de trazer uma nova possibilidade de entendimento, de ensinar ou até mesmo de advertir alguém, “a sabedoria de um ancião” deverá controlar o ímpeto de um coração ávido do desejo de consertar o mundo.
Longe de se estabelecer uma técnica de observância para o melhor momento de se falar a verdade, está a necessidade de se apurar a sensibilidade para aplicar, – também nas palavras –, a prática do amor e da caridade. Isso não isenta os mais idosos, tampouco aqueles, que devido ao longo tempo de convivência, possam ter adquirido a falsa impressão de ter alcançado o direito de exprimir tudo o que pensam sobre os demais.
Em nome da sinceridade, que consideramos ser justa, podemos matar a possibilidade de alargar as fronteiras e de aprofundar nossas experiências de amizade.
Um abraço
Dado Moura








“…’a sabedoria de um ancião’ deverá controlar o ímpeto de um coração ávido do desejo de consertar o mundo.”
Gostei dessas palavras. Tenho um desejo de querer consertar as coisas injustas, fazer as pessoas enxergarem que estão erradas! Preciso da “sabedoria de um ancião”, de controle, de CALMA…! =)
Se sou verdadeira, criticando construtivamente, tenho que saber ouvir, aceitar críticas…!
Tem aquele que diz a verdade, mas não gosta de ouvir a verdade sobre ele.
Mas é preciso entender, que nem todos têm essa consciência e muito menos sabedoria nas relações.
Ola Dado….Muito bem colocado a questão da verdade. Quem é que conheçe a verdade??? Garanto que ninguem conheçe a verdade nesta humanidade…..Podemos teorizar a questão da verdade, expressar belas palavras, excelente conceitos, idéias..mas isso não passa de apenas reflexões!!!Jesus disse , Eu sou a Verdade, o caminho e a vida…Quem quiser conhecer a verdade terá antes que conheçer a Jesus…ou seja, ser um Jesus, ser realmente O Filho de Deus. Expressar palavras duras,(apenas com conceitos de vida), contar fatos vivenciado com seu proprio julgamento, isto é apenas um fenomeno corriqueiro da vida. Nào temos o direito de interferir nas vidas das pessoas como fazemos, em nome da verdade ( falsa verdade)Oque achamos dos outros, isto na realidade é que pensamos de nós mesmo…..Abraço..
oi,dado linda msg,obrigadom dado pelo artigo…..que Deus te abenççoe….
[...] Artigo relacionado: O momento para falar a verdade [...]
Dado, estou passando por esse momento agora, uma amigão meu andava fazendo algumas coisas erradas e falei sobre o comportamento dele, o desaprovando. Ele não gostou do que ouviu e o pior é que eu agora é que sou a pior pessoa do mundo para o resto dos nossos amigos. concordo com todas as palavras que escrevertes. e me concidero extremamente verdadedeira.
Dado, parabéns pelo artigo. Quando voce vai lançar um livro pra gente? Abraços.
Não podemos dizer que odiamos de tudo a tudo a mentira ,pois a vezes mentimos por coisas pequenas mas também não podemos deixar de falar a verdade pois sabendo utilizar as palavras a verdade se torna mais doce e agradavél de se ouvir.falar a verdade é apenas uma questão de jeito e expreção.
Quem age com a verdade, deixa de enganar a si mesmo. Carlos Marquezan
sabe eu tenho muitas coisas a contar a minha mae e uma acaba na quarta e tenho duas coisas a faser:
1 faser do mei jeito e tentar sair certo pois tudo me favorece ou 2 falar para ela antes de faser isso e eu tenho uma prova a faser de 2 chamada na qual faltei e ela naum sabe tenho 14 anos e ja fiz minha decisao minha maee!
todas as pessoas que tenta ser verdadeira acaba sendo julgadas.