Entre quatro paredes podemos nos apresentar sem máscaras à outra pessoa. Não nos limitando em expressar somente por palavras, gesticulamos, libertamos nossos pensamentos e opiniões.
Já ouvimos muitas vezes que entre quatro paredes tudo é permitido. Nessa liberdade oferecida pelas quatro paredes de nosso quarto, podemos comentar abertamente sobre os assuntos que nos afligem, resolver nossos problemas, diferenças e atualizar a graça do sacramento também por meio da intimidade conjugal.
Muitas vezes, em função de uma curiosidade, como a de uma criança, permitimos absorver imagens, fantasias, conceitos e ensinamentos equivocados sobre a intimidade conjugal, que poluem a nossa pureza de coração e de mente.
Quando, na tentativa de fugir do que comumente se chamam de “rotina de uma vida conjugal”, e na segurança oferecida entre as paredes desse mundo particular, infelizmente, recobram-se os equivocados ensinamentos sobre a intimidade sexual do casal, buscando atualizá-los na vida.
Em outras circunstancias, na tentativa de “esquentar” o que parece estar se esfriando, inventam-se “malabarismos” ou buscam abrir-se para experiências pouco ortodoxas dentro da vida conjugal.
Outros, acreditando na impossibilidade da denúncia, extrapolam em seus limites subjugando o cônjuge a escravidão de uma libido desenfreada, fazendo deste uma válvula de escape daquilo que poderia ser um desvio de sua afetividade ou ainda de um “coronelismo” violento.
A liberdade do relacionamento do casal poderá ser plenamente realizadora, quando, antes mesmo de adentrarem para a segurança do seu mundo particular, tenham vivido, outros muitos gloriosos momentos de carinho, atenção e zelo em lugares que puderam ser testemunhas da ação do amor entre um casal comprometido com a felicidade do outro.
O esfriamento do relacionamento poderá acontecer com o distanciamento dessas práticas simples e se tornar presente na vida de duas pessoas que um dia fundamentaram suas vidas numa relação de desejo, de cumplicidade comprometida na vivência do amor e do respeito mútuo, na saúde, na doença, na riqueza ou, ainda que fosse, na pobreza.
Imbuído por um só coração, conhecemos os desafios aos quais nos submetemos quando desejamos assumir uma vida a dois. Assim o resgate dos carinhos básicos, das caricias e da promoção daquele(a) que amamos nutrem, fortalecem os vínculos conjugais e harmoniza o lar onde é partilhado também com os frutos dessa aliança de amor, que são os filhos.Um abraço e feliz sagrada relação



maio 9, 2008 às 23:26
Gostei muito deste artigo, pois fez com que a minha esperiência neste assunto fosse aprimorado e enriquecido.
março 27, 2008 às 18:47
ACHEI CONFUSO O PENÚLTIMO PARÁGRAFO. ME EXPLIQUE DE FORMA MAIS CLARA