Desta vez eu desisto!

desisto.jpgA atitude de romper um relacionamento com essa ou aquela pessoa, nos parece ser o gesto mais apropriado quando nos sentimos injustiçados.

A convivência com o nosso semelhante nos traz ensinamentos e nos ajuda a desenvolver a arte da assimilação diante de uma nova situação. De maneira especial, buscamos sempre estabelecer alianças duradouras com quem convivemos e, nessa convivência conflitos e tribulações nos relacionamentos não serão uma raridade, quer seja em família, com vizinhos ou em qualquer outro meio social.

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Além de nossa própria “sombra”, tribulações sempre estarão presentes ao longo de nossos dias. Independentemente da idade, sexo ou credo, estamos sujeitos a viver as mesmas situações que alguém já tenha experimentado. Entretanto, a diferença que buscamos poderá estar na atitude assumida diante de cada problema.

Muitas vezes, a vontade de desistir frente às amargas situações é iminente, mas se nos entregamos a esse desejo, estaremos nos sujeitando a viver os resultados – nada realizadores – de uma atitude prematura.

A atitude de romper um relacionamento com essa ou aquela pessoa, com a qual se vivia anteriormente uma aliança de amizade, nos parece ser o gesto mais apropriado quando nos sentimos injustiçados. O isolamento, a busca por uma aparente proteção, restringindo o número de amigos em meia dúzia de pessoas, a vontade de “derreter” ou “sumir do mapa” poderiam ser o nosso primeiro desejo em tais circunstâncias. Algumas pessoas poderiam, dentro de seus corações, condenar “à morte” àquelas que seriam as ferramentas do seu crescimento como ser humano.

Acredito que a amabilidade, a tolerância, a compreensão e a flexibilidade são adquiridas diretamente com o resultado da relação interpessoal e nisso está a plenitude do nosso viver. Quantas turbulências e situações, que pareciam ser o “final do mundo”, viveram os casais, amigos, pais e filhos, que foram superadas quando estes aprenderam a se apoiar um no outro, concedendo-se o crédito da confiança, do perdão, da credibilidade…

O nosso crescimento como ser humano acontece a partir da superação dos conflitos. Se evitarmos tal desejo de superação, estaremos, consequentemente, condenando à estagnação e fadando à falência nossa evolução como ser humanos.

O exercício de buscar o restabelecimento da aliança da boa convivência, ao contrário do que se possa pensar, não é uma atitude de alguém sem brio. Este é um gesto esperado de todo cristão. Dessa maneira, estaríamos exercendo, sobretudo, o aprendizado de amar e perdoar… perdoar e amar…amar e perdoar…setenta vezes sete…

Decidir-se por assumir uma atitude diferente é um desejo que depende única e exclusivamente de nós. Reconhecemos que não se trata de uma atitude simples, mas sabemos que o querer é nosso e o poder é de Deus. Assim, juntos poderemos atingir a plenitude em nossas vidas.

Deus nos abençoe.
Um abraço

Dado Moura

25 respostas para Desta vez eu desisto!

  1. amanda disse:

    Estou com problemas demais depois que fui morar sozinha
    me separei e naum quero voltar para o meu marido pra que esses
    problemas melhorem adorei este texto.

  2. deborah disse:

    a malas não desiste então eu desisti

  3. o amor da minha vida me deixou, e eu agradeço por essa mensagem só assim vou tentar esqueçer-la

  4. resolvi desistir do meu grande amor…

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