Nossas carências poderiam ofuscar nossa visão, a ponto de acharmos que estamos apaixonados, somente pelo fato de sermos objeto da preocupação e da atenção recebida do (a) amigo (a).
Qual seria a fronteira que separa as diferentes maneiras de encarar os sentimentos que experimentamos com essa ou com aquela pessoa?
Que limites poderiam nos valer como alerta a respeito dos diferentes tipos de relacionamentos?
Se fosse possível estabelecer para os nossos sentimentos fronteiras, poderíamos nos deparar com uma tênue linha.
De alguma maneira, trazemos certos tipos de carências que precisam ser identificadas e sanadas, a fim de não confundir nossos sentimentos sobre o relacionamento que já foi estabelecido ou o que ainda está por se estabelecer.
No convivio do dia-a-dia, há quem se sente atraído de maneira especial por uma pessoa. Nas amizades, também temos aquelas pessoas com quem mantemos uma maior afinidade, e isso facilmente poderia confundir os sentimentos quando não trabalhadas de maneira madura.
As nossas afinidades nos levam a “baixar a guarda” de nossos medos e receios. Sem perceber, está estabelecida uma reciprocidade, em que, ao conhecer bem com quem estamos nos relacionando, não hesitamos em partilhar nossas conquistas, vitórias, alegrias, medos, sonhos e, até mesmo de partir em defesa dessa pessoa, se necessário for. Isso faz com que nos tornemos mais próximos um do outro. O zelo e o cuidado mútuo alimentam os nossos sentimentos fundamentando e valorizando fortemente os laços, os quais estamos envolvidos.
Contudo, os resultados dessa experiência poderá não ser tão tranqüila, quando nos deixamos envolver por outros sentimentos e não aqueles que anteriormente intencionávamos estabelecer.
Assim como o valor de um diamante se concentra na ausência de impurezas, nossos sentimentos, da mesma forma, precisam ser lapidados, eliminando as impurezas que podemos colocar neles, especialmente, quando nos sentimos perdidos no “oceano” de nossas carências. Essas, facilmente poderiam ofuscar nossa visão, a ponto de acharmos que estamos apaixonados ou vivendo outro tipo de envolvimento com tal pessoa, somente pelo fato de sermos objeto da preocupação e da atenção recebida do (a) amigo (a).
A fronteira que separa e define as fronteiras de nossos relacionamentos, está na clareza daquilo que buscando fundamentar em nossas amizades, especialmente quando se tratar do convívio com o sexo oposto.
A situação não parece complicada quando buscamos entender e superar nossas carências, que facilmente podem nos confundir. Tal compromisso não isenta aqueles que são apenas amigos ou namorados, mas também os que já vivem um estado de vida definido, pois a ninguém está livre das crises que poderão abrir as portas de algum tipo de carência.
Deus abençoe nossas amizades!
Abraços
Dado Moura






MAYARA EU ENTENDO VC…
TAMBÉM JÁ PASSEI POR ISSO E FOI UMA VIA DE MÃO ÚNICA…
SOFRI MUITO…
Nossa… é uma tinha super tênue.. tanto é que me apaixonei pelo meu melhopr amigo!
só que é taao dificil isso!
Realmente, a linha é tênue. Mto tênue.
Obrigada pela visita. Como conheceu meu blog?